SOBRE AMORES QUE NUNCA SERÃO AMORES

By Aline Silveira - 01:41:00

Nem todos os dias eu quero as mesmas coisas. Tu já deixou claro que só o que tem a me oferecer é isso, algumas madrugadas sem nada além da famosa amizade colorida. 

Ok, é seu direito, mas tem momentos que eu quero mais que isso, acho que a maior parte do tempo aliás. Não é que eu não te queira, teu corpo me daria o mesmo prazer. Mas é que eu não quero sempre essa situação. Aceitar isso me faz acordar com gosto amargo e me sentindo a pior pessoa do mundo. 

Quero manhãs, quero tardes, quero tudo que eu tenha direito. Às vezes só quero tempo para pensar e me sentir bem comigo mesma, coisa que não dá com você por perto, já que tem muito talento pra me desfazer com as tuas críticas. 

Se eu sei bem o que tu pode me oferecer e não é aquilo que preciso no instante. Te evito, crio uma barreira por tempo indeterminado. Não quero atender tuas ligações e nem ouvir aquela vozinha que fica tentando achar uma desculpa para justificar um amolecimento.

Ao contrario do que tu diz, não estou forçando nada, realmente meu corpo está repelindo a ideia de se sentir um objeto, de ser alguém que está à disposição de outra pessoa quando bem entende. Isso acontece principalmente nos momentos quando não estou muito segura, estou me sentindo feia ou pouco interessante.

Mas como todo mundo, tenho momentos FODA-SE, onde quero sim diversão momentânea, principalmente quando as inseguranças deram lugar ao 'to me sentido poderosa'! Quando tem caras me procurando e sinto que se eu quisesse poderia ter umas 3 ou mais opções de companhia. Mas seriam pessoas para momentos também.

Quando não há aquele alguém que da pra sentir algo especial e nem é o plano da ocasião.

Então te procuro ou deixo você chegar. Porque procurar outro qualquer seria perda de tempo, pois eu já sei há muito tempo, onde encontrar tudo o que preciso nessas horas ...

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